| Torre do Sobral, 2012 |
malmequers
21 de Março de 2012
19 de Março de 2012
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Hoje é o dia do Hugo, do Paulo, do Zé Carlos, do Zé, do Manel, do Hélder, do Serafim, do Zé, …, e, de todos os que na sua vida souberam e sabem acolher a possibilidade e o dom de ser Pai. Obrigado a todos!
16 de Março de 2012
o sentido
Tenho reflectido bastante sobre o sentido do Malmequers. O Malmequers surgiu quando estava a ler um dos meus livros preferidos, As Palavras Caladas, de Pedro Miguel Lamet.
Foi a oportunidade de registar e partilhar um conjunto de pequenos nadas que têm feito parte da minha (da nossa vida), em grande medida impulsionada pelo espírito da escrita daquele autor…
O Malmequers evoluiu e, quando deslizo ao longo das páginas delicio-me a ver a quantidade de acontecimentos, ideias, imagens, lugares, partilhas,.., momentos bons (muito bons) e também momentos de dor, desilusão. Pequenos grandes nadas que em conjunto com outros pequenos grandes nadas mais reservados, mais íntimos, dão corpo a uma existência muito feliz. O Malmequers já não é o mesmo, nem poderia ser, porque não sou a mesma, não somos os mesmos. A vida e os seus acontecimentos estruturam-nos e alteram a perspectiva como os lemos. Somos o caminho que percorremos…
Mas se em algum momento o Malmequers permitiu e permitir parar e reflectir sobre o sentido dos acontecimentos, sentirmo-nos mais próximos deste Pai que ama através de cada um de nós, então valeu a pena a sua existência, vale a pena a sua existência…
14 de Março de 2012
13 de Março de 2012
fotografia
Gosto cada vez mais de fotografar e, gosto de partilhar algumas das minhas fotografias. O transformar o acto solitário do fotografar, num olhar colectivo. E, porque este sentimento não é apenas meu, estou com um grupo de amigos a planear aprender um pouco mais com o fotógrafo Pedro Vilhena.
A fotografia vicia, é verdade!
11 de Março de 2012
praying
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| Divor, 2012 |
Não tem de ser
o lírio azul, servem as
ervas de um descampado, ou algumas
pequenas pedras; simplesmente
presta atenção, depois cose, como remendos,
algumas palavras, umas com as outras, e não
as tentes elaborar, isto não é
um concurso mas a entrada
para a gratidão, e um silêncio no qual
outra voz poderá falar.
Mary Oliver
9 de Março de 2012
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Por norma não vejo muita televisão, muito menos em directo_ opto por gravar as séries e saltar os tempos de publicidade. Mas num dos raros momentos em que estava a ver televisão em directo dei comigo a reflectir sobre um anúncio publicitário. Penso que é um anúncio do Intermarché em que a pretexto da crise, são sugeridas um conjunto de actividades em família como o jantar fora (no jardim), uma ida ao cinema (home cinema) ou uma ida ao parque de diversões (pular por cima dos aspersores de rega de um qualquer parque público), …
Entristece-me quando tem de ser a publicidade a lembrar que se podem fazer coisas interessantes em família sem ter de se gastar (muito) dinheiro. Entristece-me pensar que são sugeridas como se se tratassem de experiências de pura evasão e não de vivências emanadas naturalmente do seio da vida familiar …
7 de Março de 2012
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| Fonte: Atelier ATM |
Quando (quase) todos os dias passo em frente a este portão, inevitavelmente o meu pensamento vai para o contraste das nossas vidas, a minha e a deles (Monges Cartuxos). Dou comigo a imaginar as diferenças dos nossos inícios de dia, das nossas tarefas diárias, dos nossos projectos, dos nossos sonhos, das nossas angústias, … mas logo o meu pensamento voa para o que temos em comum: cada um de nós procura o mesmo Deus!
Hoje, no mailling diário do Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura iniciou-se a publicação de um conjunto de textos com os traços fundamentais da vivência espiritual cartusiana da Quaresma, cujo primeiro não resisto em partilhar:
5 de Março de 2012
2 de Março de 2012
25 de Fevereiro de 2012
23 de Fevereiro de 2012
insondáveis formas de falar
A Liturgia de ontem (Quarta-feira de Cinzas) prolongada por todo este tempo de Quaresma é um “convite à penitência, à humildade, a ter presente a condição mortal, não para acabar no desespero mas para acolher, precisamente nesta nossa mortalidade, a impensável proximidade de Deus que, mais além da morte, abre passagem à ressurreição.”
Por norma participar na Liturgia de Quarta-feira de cinzas marca-me muito. Obriga-me a reflectir sobre a minha condição mortal. Ontem e, por razões que não interessam, fiz parte do conjunto de todos os que impossibilitados fisicamente de participar na celebração litúrgica estiveram unidos em intenção e oração. Ontem e, curiosamente à hora da celebração, vivi momentos difíceis, onde a minha fragilidade física ficou evidenciada. Hoje, que reflicto sobre o que aconteceu sorrio e, serenamente percebo como o Pai tem insondáveis formas de falar ao nosso coração…
22 de Fevereiro de 2012
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Neste início de Quaresma partilho um texto simplesmente fabuloso:
"No momento crucial da sua Paixão, Jesus volta-se para os discípulos e diz-lhes: «a vós chamei-vos amigos» (Jo 15,15). Que quer isto dizer? Que pode a experiência da amizade iluminar da relação de Jesus com os discípulos e dos discípulos do Senhor entre si? Sem a amizade, podemos aceder ao conhecimento de Deus? Jesus é claríssimo: «a vós chamei-vos amigos, porque vos dei a conhecer tudo o que ouvi ao meu Pai.»
"No momento crucial da sua Paixão, Jesus volta-se para os discípulos e diz-lhes: «a vós chamei-vos amigos» (Jo 15,15). Que quer isto dizer? Que pode a experiência da amizade iluminar da relação de Jesus com os discípulos e dos discípulos do Senhor entre si? Sem a amizade, podemos aceder ao conhecimento de Deus? Jesus é claríssimo: «a vós chamei-vos amigos, porque vos dei a conhecer tudo o que ouvi ao meu Pai.»
Quando nos confrontamos com a amizade sentimos todos a dificuldade de exprimi-la, pois entramos num campo onde não há espaço para muitas declarações, e soam despropositados os longos discursos... existem, sim, histórias de vida. Existem nomes, rostos, vivências... Existe o indizível da presença, a coreografia fiel e criativa dos gestos. Mesmo quando se trata de uma amizade intensa, a amizade não deixa de ser uma experiência discreta, ainda que gere marcas humanas e espirituais inapagáveis. Não é por acaso que, nas nossas sociedades, o amor acabe por ser tutelado institucionalmente, mas não há nenhuma lei escrita que tutele a amizade. Há uma ética da amizade, mas essa vem apenas inscrita nos corações. (...)
Há uma teologia da amizade que precisa de ser anunciada. Não se entende o mistério da Santíssima Trindade, nem o da nossa Humanidade, sem pensarmos no que é a amizade. Simone Weil (cujo lastro é tão patente neste texto de Ronchi) explicita-o assim: «A amizade pura é uma imagem da amizade original e perfeita que é a da Trindade e que é a própria essência de Deus. É impossível que dois seres humanos sejam um e, não obstante, respeitem escrupulosamente a distância que os separa, se Deus não estiver presente em cada um deles. O ponto de encontro das paralelas está no infinito.»
Um amigo, por definição, é alguém que caminha a nosso lado, mesmo se separado por milhares de quilómetros ou por dezenas de anos. O longe e a distância são completamente relativizados pela prática da amizade. De igual maneira, o silêncio e a palavra. Um amigo reúne estas condições que parecem paradoxais: ele é ao mesmo tempo a pessoa a quem podemos contar tudo e é aquela junto de quem podemos estar longamente em silêncio, sem sentir por isso qualquer constrangimento. A amizade cimenta-se na capacidade de fazer circular o relato da vida, a partilha das pequenas histórias, a nomeação verbal do lume mais íntimo que nos alumia. A amizade é fundamentalmente uma grande disponibilidade para a escuta, como se aquilo que dizemos fosse sempre apenas a ponta visível de um maravilhoso mundo interior e escondido, que não serão as palavras a expressar.
O modo como uma grande amizade começa é misterioso. Podemos descrevê-lo como um movimento de empatia que se efetiva, um laço de afeição ou de estima que se estreita, mas não sabemos explicar como é que ele se desencadeia. Irrompe em silêncio a amizade. Na maior parte das vezes, quando reconhecemos alguém como amigo, isso quer dizer que já nos ligava um património de amizade, que nos dias anteriores, nos meses anteriores, como escreveu Maurice Blanchot, «éramos amigos e não sabíamos».
Aquilo de que uma amizade vive também dá que pensar. É impressionante constatar como ela acende em nós gratas marcas tão profundas com uma desconcertante simplicidade de meios: um encontro dos olhares (mas que sentimos como uma saudação trocada entre as nossas almas), uma qualidade de escuta, o compartilhar mais breve ou demorado de uma mesa ou de uma conversa, um compromisso comum num projeto, uma qualquer ingénua alegria... A linguagem da amizade é discreta e ténue. E, ao mesmo tempo, é inesquecível e impressiva.
Há aquele ditado que diz: «viver sem amigos é morrer sem testemunhas.» A diferença entre os conhecidos e os amigos é a mesma que distingue um ocasional espectador daquele que está habilitado a testemunhar. Este último disponibiliza-se realmente a ser presença. Se tivéssemos de resumir a sua natureza, podíamos dizer: um amigo é alguém que foi capaz de olhar, mesmo que por um segundo apenas, o fundo da nossa alma e transportar depois consigo esse segredo, da forma mais gratuita e construtiva.
Tenhamos por uma grande verdade aquilo que escreveu o filósofo Paul Ricoeur: «para ser amigo de si próprio é necessário ter já vivido uma relação de amizade com alguém.» Mas também aquilo que Séneca antes havia gravado: «Ter um amigo é ter alguém por quem morrer.» A gente percebe que esta frase escrita no século I, é um dístico que ilumina (e muito) o segredo de Jesus".
José Tolentino Mendonça
In introdução a "Os beijos não dados / Tu és Beleza", ed. Paulinas
21 de Fevereiro de 2012
20 de Fevereiro de 2012
...
“Quando os meus olhos te tocaram
Eu senti que encontrara
A outra, metade de mim
Tive medo de acordar
Como se vivesse um sonho
Que não pensei em realizar
E a força do desejo
Faz me chegar perto de ti…”
Eu senti que encontrara
A outra, metade de mim
Tive medo de acordar
Como se vivesse um sonho
Que não pensei em realizar
E a força do desejo
Faz me chegar perto de ti…”
André Sardet
Esta letra é muito especial para mim. E hoje, Pedro, recordo perfeitamente o momento em que os meus olhos te tocaram há quatro anos. As fotografias que levaram até ao bloco operatório serviram para me serenar, mas não foram especiais.
Especial foi mais tarde o momento em que os meus olhos te tocaram, em que te colocaram nos meus braços, num abraço que não é sonho, é realidade e, que se prolongará por toda a nossa vida. Amo-te!
A mãe
17 de Fevereiro de 2012
16 de Fevereiro de 2012
mochilas...
Estava aqui a preparar as mochilas e as lancheiras dos rapazes e, dei comigo a imaginar a mochila de Jesus, o que levaria e o que não levaria.
Levaria com certeza um telemóvel, de modo a estar sempre contactável por chamadas de voz ou de dados. Levaria um GPS, para poder encontrar cada um à primeira tentativa. De certeza que também levaria um carregador para que em circunstância alguma faltasse a bateria e, por isso estaria sempre contactável.
Não levaria de certeza agenda ou relógio, porque os Seus Encontros não têm data marcada e hora para terminarem…
14 de Fevereiro de 2012
sentimentos, olhares e afetos
(…)
Mas a verdade, a grande verdade é que os sentimentos interessam.
Tornam-nos gente.
Ensinam-nos a ser.
Pedem de nós o que trazemos de único e de irrepetível.
E preparam-nos para querer, para desejar receber o mesmo.
Do outro. Da outra.
Tornam-nos gente.
Ensinam-nos a ser.
Pedem de nós o que trazemos de único e de irrepetível.
E preparam-nos para querer, para desejar receber o mesmo.
Do outro. Da outra.
José Tolentino Mendonça
13 de Fevereiro de 2012
tesouros
Há tesouros, ou porque estão marcados no nosso código genético ou porque estão na nossa matriz de valores, ou ainda porque fazem parte da memória de uma relação muito feliz, que são nossos e, que nenhum acontecimento poderá alterar.
Há tesouros, que apesar da distância física e da dureza dos momentos são inabaláveis e, que quando invocados se transformam em vida em nós e, oferecidos aos outros através das nossas relações.
Por tudo isto e, se calhar como forma de estar mais próxima, fui recuperar um texto que escrevi há três anos e que, apesar da velocidade a que o mundo gira à minha volta se mantém tão actual:
dizem...
... que na casa dos pais, de matriz católica tradicional, funcionava a escola da aldeia. Poucos naquela época tinham a felicidade de aprender a ler e a escrever logo em tenra idade.
A sua maior viagem até hoje terá sido a S. Miguel onde cumpriu o serviço militar, de que só raras vezes fala.
Viveu do fruto do seu trabalho nos campos e do trabalho na fábrica de blocos do Fidalgo, onde fazia de tudo. Imagino (aliás, não imagino) o que é tirar areia do rio durante todo o ano com a pá ...
Do dia do casamento sabemos que no final, a mulher depois de tudo arrumado, quis voltar para casa dos pais.
Diz que após uma confissão em Fátima terá ficado penitenciado para o resto da vida.
O seu maior tesouro: um filho.
Mas, as cores do seu dia foram-se embora há 30 anos e desde então vive a realidade presente (que comenta sempre da mesma forma: “Ai meu Deus, onde é que isto vai parar...”), com as imagens do final da década de 70.
As outras coisas não é possível descrevê-las...
Hoje faz 90 anos .... e eu estou muito feliz, por ter um avô assim!
12 de Fevereiro de 2012
10 de Fevereiro de 2012
acolher ...
“No acolhimento generoso e amoroso de cada vida humana, sobretudo da frágil e doente, o cristão expressa um aspecto importante do seu testemunho evangélico, segundo o exemplo de Cristo, que se debruçou sobre os sofrimentos materiais e espirituais do homem para os curar”.
Bento XVI, Mensagem para o Dia Mundial do Doente 2012
Impressiona-me a forma como Bento XVI escreve. Por norma acho que as mentes brilhantes e eruditas estão sempre associadas a um certo distanciamento nas palavras, mas esta mensagem para o Dia Mundial do Doente, à semelhança de outras mensagens anteriores, desfaz este meu mito e torna-se tão próxima, tão tocante que roça quase a afectividade.
Bento XVI torna presente a necessidade de acolhermos com amor e generosidade todos os momentos da vida. Os momentos bons e os mais difíceis (não quero utilizar a expressão menos bons). E, é um verdadeiro desafio aceitar com amor e generosidade o sofrimento, o nosso, o dos outros que nos são próximos e que amamos profundamente e o daqueles que não sendo tão próximos, poderemos ajudar a suportar com o nosso Amor, a nossa dedicação, o nosso tempo. Assim, creio que pelo nosso exemplo poderemos ser verdadeiras testemunhas do Evangelho.
Mas penso que se torna mais fácil percebemos este enfoque no amor e generosidade perante o sofrimento, quando olhamos para Jesus Cristo e colocamos o nosso olhar em perspectiva. Não consigo imaginar o sofrimento de Jesus naquela cruz. Qualquer sofrimento é ínfimo quando comparado com o Seu e, reconforta-me pensar que em nenhum momento Ele hesitou e, que o aceitou de forma tão generosa por mim, por cada um de nós...
Mas esta mensagem tem ainda outro aspecto que me tocou. Num mundo onde somos canalizados a olhar para o belo, o perfeito, o poderoso, …, Bento XVI relembra a necessidade de dedicarmos o nosso tempo, o nosso olhar, o nosso coração aos mais fragilizados, pois era assim que Jesus fazia e, é assim que gostaria de continuar a fazer através de cada um de nós…
8 de Fevereiro de 2012
gosto...
... da música, da letra, mas sobretudo da cumplicidade das vozes. Das imagens, reconheço muitos lugares que tenho tido a oportunidade de desfrutar calmamente nos últimos meses...
6 de Fevereiro de 2012
...
“A crise condena-nos a viver com menos – mas não nos obriga a viver menos”
Pedro Rolo Duarte, Lux Woman Fevereiro 2012
Pedro Rolo Duarte, Lux Woman Fevereiro 2012
Mais uma frase do Pedro Rolo Duarte que não sendo brilhante, me fez reflectir por estes dias e, tornou-a especial para mim. Apesar de vivermos com menos, felizmente ainda não sentimos a crise naquelas coisas que são essenciais e, por isso em vez de me lamentar e de preocupar como o Sr. Silva, quero dar Graças a Deus!
Consciente da importância do dinheiro para o suprimento das necessidades básicas, hoje em particular quero dar graças por todos os tesouros que me são oferecidos gratuitamente e que geram vida em mim, tornam a minha vida fecunda: o amor, a amizade, o carinho, a partilha, a presença, a palavra, o silêncio, ... a família!
2 de Fevereiro de 2012
1 de Fevereiro de 2012
...
Em reflexão acerca de: Ministérios e Serviços segundo a Constituição Dogmática sobre a Igreja “Lumen Gentium”.
30 de Janeiro de 2012
sentido
Andamos sempre à procura do sentido nas grandes coisas que alcançamos, nas grandes decisões que tomamos, nas viagens que fazemos. Achamos que esse sentido também está na casa fabulosa que vimos numa revista de arquitectura, na cidade que não conhecemos, no carro que vimos passar à nossa frente e que alguém que conhecemos comprou, no mimo tecnológico que ainda não tivemos dinheiro para comprar, no anel que resplandecia naquela montra à hora de almoço, ...
E, enquanto andamos à procura do sentido nas grandes coisas e na sua efemeridade, mergulhamos no vazio e, não reparamos no sorriso, no olhar, no beijo, no abraço, no aperto de mão, no gesto, na palavra, no silêncio, ..., e em tantas outras pequenas e preciosas coisas que quotidianamente e de forma gratuita nos são oferecidas e, que são a expressão visível do tal sentido que procuramos incessantemente.
28 de Janeiro de 2012
26 de Janeiro de 2012
intuição
Estas questões da intuição deixam-me sempre muito reticente...
Há aquelas pessoas que desenvolvem uma intuição premonitória, quase aflitiva. Porque depois quando as coisas acontecem, nos questionamos se de facto aquela é uma capacidade premonitória ou não... e, ficamos em muitas situações sem saber o que pensar... ou não pensar!
E depois existem amizades que sem se perceber muito bem as razões têm uma forte vertente intuitiva. Amizades que pese embora as centenas de quilómetros de distância, da diferença de idades ou de interesses particulares, têm associada a si uma forte intuição. Aquelas amizades que sem se perceber o porquê, ou sem ter qualquer razão objectiva, têm de serenar ao saber como é que o outro está em determinado momento (de forma biunívoca) e, coincidentemente esse momento pode não ser o mais favorável...
São amizades que se desenvolvem sem perceber muito bem o porquê, o como, mas que carinhosamente neste caso poderia ser perfeitamente (mas não pode), uma amizade de avô e neta...
25 de Janeiro de 2012
...
... gosto daquela parte da conversa em que os meus filhos me dizem para ficar descansada pois eles tomam bem conta do pai!
22 de Janeiro de 2012
beleza
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